Há cidades que se conhecem pelos cartões-postais. Belém se conhece pelos sentidos.
Quem chega encontra uma cidade onde a floresta e os rios fazem parte da rotina, onde o vento da tarde anuncia o encontro das pessoas nas praças, nas feiras, nos mercados e às margens da Baía do Guajará.
É uma capital de sabores únicos. Aqui, cada prato conta uma história da Amazônia e dos povos que a constroem. O tacacá servido na esquina, o açaí consumido de um jeito que talvez surpreenda quem vem de fora, os peixes, as frutas e os temperos revelam uma gastronomia reconhecida internacionalmente por sua criatividade, autenticidade e riqueza de sabores.
Belém também é música. Está nos tambores, nas guitarras, nas aparelhagens, nas rodas de carimbó, nas toadas e nas manifestações populares que fazem da cultura parte do cotidiano.
Viver Belém, caminhando por suas ruas e navegando por seus rios, é encontrar diferentes tempos convivendo lado a lado. A arquitetura preserva marcas da Belle Époque amazônica, da força dos povos originários e da diversidade de povos e culturas que ajudaram a construir a identidade singular da região.
O clima quente convida a um ritmo diferente e aquece, também, a hospitalidade de quem faz questão de receber bem.
Em novembro, quando Belém receber o X Encontro Nacional dos Tribunais de Contas, os participantes encontrarão uma cidade vibrante, diversa e acolhedora, onde tradição e inovação, natureza e urbanidade, história e futuro convivem em perfeita harmonia.
Belém vai além de um destino. É uma experiência que permanece na memória muito depois da viagem terminar.









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